Neste aplicativo o estudante vai conhecer do que realmente são feitos os materiais mais comuns encontrados em nossa casa. Alguns exemplos são o polietileno (usado em algumas mochilas escolares) e o dióxido de titânio (pigmento de tintas).Q Veja mais acessando o site.
Neste aplicativo o estudante vai conhecer do que realmente são feitos os materiais mais comuns empregados em uma sala de aula. Alguns exemplos são o polietileno (usado em algumas mochilas escolares) e o dióxido de titânio (pigmento de tintas). Veja mais acessando o site.
De onde vem a química ? No site da associação brasileira da indústria química podemos contar com essa ferramenta computacional que auxilia os estudantes e/ou interessados a descobrirem quais os componentes químicos presentes em materias que usamos no cotidiano, por exemplo as tintas , os CDs , o sabão em pó , etc. Bem interessante.
Como pouco mais de uma centena de átomos podem formar a extensa diversidade de substâncias existentes? A resposta está nas uniões estabelecidas entre os átomos, ou seja, nas ligações químicas. Os átomos, ao se ligarem, formam uma nova substância com características e propriedades distintas. Como exemplo, podemos fazer uma analogia das moléculas com as palavras e dos átomos com as letras do alfabeto. As palavras não são agrupamentos aleatórios de letras, pois existem regras e convenções que dão sentido às palavras. De forma semelhante acontece com as moléculas, já que para ocorrer ligações químicas devem existir condições apropriadas para união dos átomos, tais como: afinidade, contato, energia etc.
O vídeo abaixo aborda 3 formas de ligações químicas: iônica, covalente e ponte de hidrogênio.
Em 1898, o físico inglês Joseph John Thomson, após realizar uma série de experimentos científicos com descargas elétricas em gases, concluiu que qualquer matéria, independente de suas propriedades, continha partículas de massa muito menores que o átomo de Hidrogênio. Verificou também, que estas partículas tinham carga negativa e que, em determinadas circunstâncias, podiam ser extraídas dos átomos.
Este conjunto de informações levou-o a sugerir que a estrutura do átomo seria semelhante a uma esfera de carga positiva, na qual havia corpúsculos (elétrons) de carga negativa, distribuídos uniformemente, algo semelhante a um “Pudim de Passas”.
Indubitavelmente a maior contribuição de Thomson para o modelo atômico atual foi a descoberta do que ele chamou de corpúsculos negativos, mas que hoje conhecemos como elétron.
Em 1911, o físico neozelandês Ernest Rutherford realizou uma série de experimentos que lhe permitiu propor que o átomo é constituído por um minúsculo núcleo positivo circundado por uma região muitíssimo mais extensa, na qual está dispersa a carga negativa; ou seja, os elétrons.
O experimento mais conhecido e relevante de Rutherford é o bombardeamento de uma finíssima placa de ouro com um feixe de partículas positivas (alfa), este experimento é tratado no vídeo abaixo.
A falha no modelo de Rutherford é mostrada pela teoria do eletromagnetismo, na qual toda partícula com carga elétrica submetida a uma aceleração origina a emissão de uma onda eletromagnética. O elétron em seu movimento orbital está submetido a uma aceleração centrípeta e, portanto, emitirá energia na forma de onda eletromagnética. Essa emissão, pelo Princípio da Conservação da Energia, faria com que o elétron perdesse energia cinética e potencial, caindo progressivamente sobre o núcleo; fato que não ocorre na prática.
O precursor na investigação da carga do elétron foi o inglês J.J. Thomson em 1897. Thomson e seu estudante C.T.R. Wilson tentaram determinar a carga do elétron fazendo uso de uma câmara de bolhas ou câmara de nuvens, desenvolvida por Wilson.
Os íons são produzidos com um feixe de raios X ou com um feixe de raios gama, emitidos por uma fonte radioativa e servem como núcleos de condensação de vapor d’água produzido na câmara. Em outras palavras, os íons são envolvidos por gotículas do vapor supersaturado para que possam ser vistos e mensurados .O melhor valor obtido por Thomson foi da ordem de 1.1x10-19 coulomb.
Em 1903, outro estudante de Thomson, H.A. Wilson, implementou duas novidades nesse método. A primeira foi a decisão de observar apenas a parte superior de cada nuvem, porque consistia de gotículas menores e que se deslocavam mais lentamente. A segunda e mais importante novidade,foi a introdução de um campo elétrico na mesma direção do campo gravitacional.A carga do elétron obtida com este método oscilava em torno de 1.04x10-19 coulomb.
Millikan e seu estudante Begeman iniciaram, em 1907, a repetição do experimento de H.A. Wilson, conseguindo o valor médio em torno de 1.3x10-19 coulomb.
Uma fonte de erro muito importante nos métodos baseados na câmara de bolhas foi destacada por Rutherford. A dificuldade de se levar em consideração o efeito da evaporação das gotículas de água resultava em valores superestimados para o número de gotículas e, conseqüentemente, em valores subestimados para a carga do elétron. Portanto, o problema crucial era reduzir o efeito da evaporação.
A idéia imediata de Millikan foi utilizar um forte campo elétrico (obtido com uma tensão da ordem de 10 kV) para imobilizar a camada superior da nuvem de gotículas ionizadas e com isso acompanhar seu processo de evaporação. Qual não foi sua surpresa quando, ao ligar a bateria, a nuvem se dissipou completamente; no entanto , observações sucessivas levaram Millikan a descobrir que depois da dissipação algumas minúsculas gotículas permaneciam, proporcionando, pela primeira vez, a observação de gotas individuais que iniciavam o movimento, depois paravam, e às vezes invertiam a direção do movimento quando o campo elétrico era desligado e depois ligado.Com este método chegaram ao valor de 1.56x10-19 coulomb para a carga do elétron.
EPTV com Educação - Jogo Ludo Químico para Vestibulandos
Na internet, estudantes podem participar de campeonatos e tirar dúvidas com professora.Um aluno do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara criou um jogo que traz todo o conteúdo do Ensino Médio. O jogo está disponível na internet e testa de forma divertida os conhecimentos dos estudantes que estão se preparando para o vestibular.Um aluno do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara criou um jogo que traz todo o conteúdo do Ensino Médio. O jogo está disponível na internet e testa de forma divertida os conhecimentos dos estudantes que estão se preparando para o vestibular.No site do ludo químico (do querido Manoel Guerreiro, graduando de Química / UNESP) o usuário pode baixar o programa do jogo, além de participar de campeonatos, tirar dúvidas com uma professora (Profª Cristiana Passinato do Pesquisas de Química) e trocar informações com outros internautas. Todo o serviço é disponibilizado gratuitamente.
Um policial faz o teste do bafômetro em um motorista alcoolizado e explica a alteração do número de oxidação (NOx) das substâncias que participam da reação que ocorre no aparelho.
Esta simulação traz um programa de auditório, com um jogo de perguntas e respostas, onde o usuário é convidado a participar respondendo questões sobre a Teoria dos Gases.
Este blog é dedicado aos games de química e a outras ferramentas educativas dessa área. Tem por finalidade motivar os estudantes que, em sua maioria, não apreciam esta ciência.
Aproveitem !